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Como comparar custo de vida entre destinos de intercâmbio

Tempo de leitura: 8 minutos

Uma das maiores dúvidas de quem sonha em estudar fora é: “Será que eu vou conseguir me manter lá?” E a resposta não depende só de conseguir uma bolsa ou pagar a anuidade — o custo de vida do destino pesa (e muito) na experiência.

Dois países podem ter universidades com preços parecidos, mas rotinas financeiras completamente diferentes. Em alguns lugares, o aluguel é o vilão. Em outros, o transporte ou a alimentação consomem a maior parte do orçamento.

Saber comparar o custo de vida entre destinos de intercâmbio é o que transforma um plano apertado e estressante em uma experiência viável e bem organizada. Vamos entender como fazer isso do jeito certo.

Você vai aprender:

  • Quais são os principais gastos de um intercambista
  • Por que não dá para comparar países só pela moeda
  • Como analisar moradia, transporte e alimentação
  • Diferenças entre capitais e cidades universitárias
  • Como montar sua própria simulação de custo mensal

Entenda quais são os principais gastos

Antes de comparar países, você precisa saber o que exatamente está comparando. O custo de vida de um intercambista normalmente envolve:

Moradia, alimentação, transporte, internet e celular, materiais de estudo, seguro saúde (quando não está incluído na universidade) e gastos pessoais como lazer e roupas de inverno, dependendo do clima.

Alguns desses custos são fixos, como aluguel. Outros variam bastante conforme o seu estilo de vida. Por isso, não existe um número único que sirva para todo mundo — mas dá para trabalhar com médias realistas.

Não compare só pela moeda

Um erro comum é pensar: “Ah, esse país é mais barato porque a moeda vale menos”. Isso quase nunca funciona na prática.

O que importa não é apenas a conversão da moeda, mas o poder de compra local. Um aluguel de 400 euros pode parecer alto convertido em reais, mas pode ser considerado barato dentro da média daquele país. Já um valor menor em outra moeda pode representar um custo muito pesado para estudantes naquele destino.

Por isso, sempre compare preços dentro do contexto local, não só fazendo conta no câmbio.

Moradia: o maior peso no orçamento

Na maioria dos destinos, a moradia é o gasto mais alto. Aqui entram opções como:

Residências universitárias, quartos em apartamentos compartilhados e estúdios individuais. Capitais e grandes centros costumam ter aluguéis bem mais altos do que cidades universitárias menores.

Também é importante verificar se as contas (luz, aquecimento, água, internet) estão incluídas no valor. Em países frios, por exemplo, o aquecimento pode aumentar bastante o custo mensal.

Alimentação: cozinhar ou comer fora?

O custo com comida varia muito de acordo com seus hábitos. Países onde comer fora é caro exigem que o estudante cozinhe com frequência para economizar. Já em outros lugares, restaurantes universitários e mercados acessíveis ajudam a manter o orçamento sob controle.

Vale pesquisar o preço médio de compras básicas em supermercados e também se a universidade oferece refeitórios com valores subsidiados para estudantes.

Transporte faz diferença no fim do mês

Em cidades grandes, transporte pode virar um gasto relevante. Por outro lado, muitos países oferecem passes estudantis com desconto, o que reduz bastante o valor mensal.

Já em cidades universitárias menores, é comum fazer quase tudo a pé ou de bicicleta, o que diminui bastante esse custo.

Capitais x cidades universitárias

Esse é um dos pontos que mais impactam o custo de vida. Capitais e cidades muito turísticas tendem a ter aluguéis mais altos, lazer mais caro e maior custo geral.

Cidades universitárias menores, por outro lado, costumam ser mais acessíveis e adaptadas à realidade estudantil. Muitas vezes, a qualidade de vida é ótima e o ambiente é mais tranquilo para focar nos estudos.

Como montar sua própria simulação

Depois de pesquisar os valores médios de cada categoria, o ideal é montar uma simulação mensal. Some:

Aluguel
Alimentação
Transporte
Seguro saúde
Internet e celular
Gastos pessoais

Depois, acrescente uma margem de segurança para imprevistos. Assim, você consegue ter uma estimativa mais realista de quanto precisará por mês em cada destino.

Fazendo isso para dois ou três países, fica muito mais fácil decidir qual opção é financeiramente viável para você.

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Foto de capa por Towfiqu barbhuiya na Unsplash

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AUTOR
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