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Durante muito tempo, o mapa do intercâmbio para brasileiros foi previsível.

Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália dominavam praticamente todas as decisões. E, para muita gente, escolher um destino significava apenas decidir entre esses países.

Mas isso começou a mudar — e rápido.

Nos últimos anos, o perfil do estudante brasileiro evoluiu. Hoje, ele não busca só “estudar inglês fora”. Ele quer custo-benefício, possibilidade de trabalho, experiência cultural real e, principalmente, caminhos mais acessíveis.

E quando essas prioridades mudam, os destinos também mudam.

O que estamos vendo agora não é apenas um crescimento geral do intercâmbio, mas uma transformação no mapa global de escolhas.

Neste artigo, a gente vai entender quais destinos estão crescendo entre brasileiros — e, mais importante, o que isso revela sobre como planejar melhor o seu intercâmbio.

O que você vai aprender:

Os destinos tradicionais ainda dominam — mas por motivos específicos

Antes de falar dos “novos queridinhos”, é importante entender que os destinos clássicos não perderam força.

Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda e Austrália continuam no topo das escolhas dos brasileiros.

Mas o motivo dessa permanência não é mais o mesmo de antes. Hoje, esses países se destacam por fatores muito claros.

O Canadá, por exemplo, lidera principalmente por políticas que permitem trabalhar durante os estudos, o que ajuda a equilibrar o custo do intercâmbio.

A Irlanda ganha espaço pela combinação de curso + trabalho legalizado, algo extremamente relevante para brasileiros.

Já o Reino Unido e a Austrália continuam fortes pela qualidade educacional e pela valorização internacional dos diplomas.

Ou seja, o domínio continua — mas agora é muito mais racional do que aspiracional.

O crescimento dos destinos “alternativos” não é por acaso

Enquanto os destinos tradicionais continuam fortes, uma nova camada de países começou a crescer de forma consistente.

E esse crescimento tem um padrão claro: custo mais acessível, menos concorrência e experiência mais imersiva.

Malta é um dos exemplos mais evidentes. O país oferece ensino em inglês, custo mais baixo do que outros destinos europeus e uma experiência internacional completa — o que explica seu crescimento recente entre brasileiros.

Dubai também entrou no radar, principalmente por se consolidar como hub educacional internacional, com universidades estrangeiras e forte conexão com o mercado global.

A Coreia do Sul representa outro movimento interessante: estudantes buscando não apenas idioma, mas cultura, tecnologia e diferenciação.

Esses destinos mostram uma mudança importante: o intercâmbio deixou de ser só sobre aprender inglês — e passou a ser sobre posicionamento internacional.

Nova Zelândia e Europa: crescimento impulsionado por estratégia

Alguns destinos não são exatamente “novos”, mas estão crescendo por motivos muito específicos.

A Nova Zelândia, por exemplo, teve um aumento significativo na procura por brasileiros, com crescimento expressivo na emissão de vistos estudantis.

Esse crescimento está diretamente ligado a três fatores: qualidade de vida, possibilidade de trabalho e menor saturação em comparação com países como Canadá e Austrália.

Na Europa, o movimento é ainda mais interessante.

Países como Alemanha, Espanha e Itália começaram a atrair mais brasileiros não só por cursos de idioma, mas por oportunidades acadêmicas e programas com custo reduzido ou até gratuitos.

Isso conecta diretamente com uma das maiores mudanças no perfil do estudante brasileiro: a busca por alternativas mais acessíveis.

O que mudou no perfil do brasileiro que faz intercâmbio

Para entender por que esses destinos estão crescendo, é preciso olhar para quem está tomando essa decisão.

O intercâmbio deixou de ser um projeto distante e passou a fazer parte de um plano de vida mais estratégico.

Hoje, muitos brasileiros enxergam o intercâmbio como:

E isso muda completamente o critério de escolha.

Segundo dados do setor, o mercado de intercâmbio segue em expansão, com crescimento contínuo e previsão de aumento significativo nos próximos anos.

Mas esse crescimento não está indo só para os destinos tradicionais. Ele está se distribuindo.

O novo critério de escolha: custo, trabalho e estratégia

Se antes o principal critério era “qual país fala inglês”, hoje a lógica é outra. O estudante começa a perguntar:

“Consigo trabalhar legalmente?”
“Existe possibilidade de bolsa?”
“O custo de vida é viável?”
“Esse destino me diferencia ou me coloca na mesma posição que todo mundo?”

Essa mudança explica por que países menores ou menos óbvios estão crescendo. Eles não necessariamente substituem os destinos tradicionais. Mas competem de forma muito mais equilibrada.

Oportunidades mais acessíveis estão moldando o futuro do intercâmbio

Talvez a mudança mais importante seja essa: o acesso ao intercâmbio está se ampliando. Programas com bolsas, universidades com baixo custo (especialmente na Europa) e países com permissão de trabalho estão permitindo que mais brasileiros consigam estudar fora.

E isso quebra um mito antigo: o de que intercâmbio é só para quem tem muito dinheiro. Hoje, com estratégia, existem caminhos muito mais acessíveis — e é justamente isso que está impulsionando novos destinos.

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