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Planejar um intercâmbio sozinho é totalmente possível — e, muitas vezes, mais acessível. No entanto, quem começa esse processo sem orientação costuma cometer erros que atrasam planos, geram gastos desnecessários ou até fazem a oportunidade ir por água abaixo.
Esses erros não acontecem por falta de capacidade, mas por falta de informação estratégica. Afinal, estudar fora envolve sistemas educacionais diferentes, prazos rígidos, exigências específicas e decisões que precisam ser tomadas com antecedência.
Neste artigo, vamos mostrar os principais erros de quem planeja um intercâmbio sozinho e explicar, em detalhes, como evitá-los para construir um plano mais seguro e eficiente.
Você vai aprender:
- Por que planejar intercâmbio sem orientação exige atenção redobrada
- Os erros mais comuns cometidos por iniciantes
- Como esses erros impactam tempo, dinheiro e oportunidades
- O que fazer diferente para se preparar melhor
- Como evitar retrabalho e frustrações no processo
1. Achar que intercâmbio começa pela escolha do país
Um dos erros mais frequentes é começar o planejamento escolhendo apenas o país ou a cidade, sem considerar o perfil acadêmico, o orçamento, o idioma e os objetivos de longo prazo.
Quando a decisão é baseada apenas em desejo ou popularidade do destino, o estudante pode descobrir depois que:
-
O país exige comprovação financeira alta
-
O curso não oferece bolsas acessíveis
-
O visto é mais complexo do que o esperado
O intercâmbio precisa começar pelo perfil do estudante, e não pelo destino dos sonhos.
2. Subestimar prazos e antecedência
Muita gente acredita que dá para organizar tudo em poucos meses. Esse é um erro que elimina diversas oportunidades, principalmente bolsas e programas acadêmicos.
Editais costumam abrir com 6 a 12 meses de antecedência, e algumas etapas exigem tempo, como:
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Preparação de documentos
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Traduções juramentadas
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Provas de idioma
-
Cartas de recomendação
Quem não se planeja com antecedência acaba concorrendo a menos opções — ou nenhuma.
3. Ignorar os requisitos acadêmicos do programa
Outro erro comum é focar apenas no valor da bolsa ou no destino e deixar de lado os critérios acadêmicos.
Cada programa pode exigir:
-
Média mínima no histórico
-
Estar em determinado semestre da graduação
-
Área de estudo específica
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Experiência acadêmica ou extracurricular
Não verificar esses requisitos antes de se candidatar gera frustração e perda de tempo.
4. Acreditar que só quem é “gênio” consegue estudar fora
Muitos estudantes desistem antes mesmo de tentar por acharem que intercâmbio é apenas para alunos excepcionais.
Na prática, existem oportunidades voltadas para:
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Estudantes comuns
-
Pessoas em início de carreira
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Quem nunca saiu do Brasil
-
Quem está começando do zero no planejamento
Esse pensamento limitante faz com que muita gente nem chegue a se candidatar.
5. Não entender como funciona a comprovação financeira
Mesmo em intercâmbios com bolsa, é comum existir algum tipo de comprovação financeira, seja para o visto ou para despesas iniciais.
Quem ignora esse ponto pode:
-
Ter o visto negado
-
Ser desclassificado do processo
-
Não conseguir embarcar após a aprovação
Planejar a parte financeira é tão importante quanto encontrar a oportunidade certa.
6. Deixar o idioma para depois
Outro erro recorrente é achar que o idioma pode ser resolvido “mais para frente”.
Mesmo programas que não exigem certificado oficial costumam avaliar:
-
Capacidade de acompanhar aulas
-
Comunicação básica
-
Leitura e escrita acadêmica
Deixar o idioma para a última hora reduz muito as chances de aprovação.
7. Não entender as regras de visto e permanência
Cada país tem regras próprias para estudantes internacionais, e ignorá-las pode gerar problemas sérios.
Entre os erros mais comuns estão:
-
Escolher um curso que não permite visto de estudante
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Não verificar se é possível trabalhar legalmente
-
Ignorar exigências de seguro-saúde
Esses detalhes impactam diretamente a experiência no exterior.
8. Se candidatar sem estratégia
Muitos estudantes se inscrevem em qualquer oportunidade que aparece, sem analisar se ela realmente faz sentido para o seu perfil.
Candidaturas sem estratégia costumam ter:
-
Documentos genéricos
-
Cartas de motivação fracas
-
Falta de alinhamento com o programa
Intercâmbio não é sorteio: é processo seletivo.
9. Achar que planejar sozinho significa não buscar apoio
Planejar sem agência não significa fazer tudo sem ajuda. Esse é um erro conceitual importante.
Buscar:
-
Conteúdo confiável
-
Orientação especializada
-
Ferramentas de apoio
não tira a autonomia do estudante — pelo contrário, aumenta suas chances de sucesso.
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Foto de capa por Jess Bailey na Unsplash