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10 formas de ganhar dinheiro no intercâmbio (legalmente)

Tempo de leitura estimado: 13–15 minutos

Fazer intercâmbio não significa apenas gastar dinheiro — em muitos casos, também é possível ganhar. O que muita gente não sabe é que diversos países permitem que estudantes internacionais trabalhem legalmente durante o período de estudos, desde que sigam as regras do visto e da instituição.

Ter uma renda extra no exterior pode ajudar a cobrir custos com alimentação, transporte, materiais acadêmicos e até lazer. Além disso, trabalhar durante o intercâmbio também é uma forma poderosa de praticar o idioma, desenvolver habilidades profissionais e conhecer melhor a cultura local.

Mas atenção: cada país tem suas próprias regras sobre carga horária, tipos de trabalho permitidos e necessidade de autorizações específicas. Neste artigo, vamos falar de formas legais de ganhar dinheiro no intercâmbio, respeitando as normas e evitando problemas com imigração.

Você vai aprender:

  • Quais tipos de trabalho são mais comuns para estudantes internacionais
  • Como ganhar dinheiro sem prejudicar seus estudos
  • O que observar nas regras do seu visto
  • Alternativas para quem não pode trabalhar muitas horas

1. Trabalhar meio período em empregos locais

Em muitos destinos populares de intercâmbio, como Canadá, Austrália, Irlanda e alguns países europeus, estudantes internacionais podem trabalhar um número limitado de horas por semana durante o período letivo.

Esses trabalhos costumam ser em áreas como cafés, restaurantes, lojas, supermercados e atendimento ao público. Embora nem sempre estejam ligados diretamente à sua área de formação, eles ajudam a custear despesas básicas e ainda proporcionam imersão no idioma e na cultura local.

O ponto mais importante é sempre respeitar o limite de horas permitido pelo visto, que varia de país para país.

2. Trabalhar dentro da própria universidade

Universidades no exterior costumam oferecer vagas para estudantes em bibliotecas, laboratórios, centros esportivos, escritórios administrativos e eventos acadêmicos. Esses empregos no campus são bastante disputados, mas têm vantagens importantes.

Além de ficarem perto das aulas, geralmente são mais flexíveis com horários em épocas de prova e entendem a rotina acadêmica do estudante. Em alguns países, trabalhar no campus tem regras mais simples do que empregos externos.

3. Estágios remunerados ligados ao curso

Dependendo do programa e do país, o estágio pode fazer parte da grade curricular e ser remunerado. Em cursos de graduação e pós-graduação mais voltados ao mercado, isso é bastante comum.

Além da ajuda financeira, o estágio oferece experiência internacional na sua área, o que valoriza muito o currículo. É essencial verificar se o seu visto permite esse tipo de atividade e se a universidade precisa autorizar formalmente o estágio.

4. Bolsas de monitoria e pesquisa

Muitos estudantes conseguem renda extra atuando como monitores de disciplinas ou assistentes de pesquisa. Nesse caso, você ajuda professores em aulas, correções, organização de materiais ou participa de projetos acadêmicos.

Essas bolsas costumam ser oferecidas a alunos com bom desempenho e podem cobrir parte dos custos de vida ou oferecer um pagamento mensal. Além disso, são experiências que fortalecem o currículo acadêmico, especialmente para quem pensa em seguir na área de pesquisa.

5. Trabalhos freelance online

Se o seu visto permitir trabalho remoto e você conseguir conciliar com os estudos, atividades online podem ser uma boa alternativa. Tradução, design, programação, redação, edição de vídeo e gerenciamento de redes sociais são alguns exemplos.

Como o trabalho é feito pela internet, você pode atender clientes de outros países, inclusive do Brasil. Mesmo assim, é importante entender as regras locais sobre tributação e trabalho remoto para estudantes internacionais.

6. Aulas particulares

Se você domina algum conteúdo específico, pode oferecer aulas particulares para outros estudantes. Isso pode incluir reforço em matérias acadêmicas, aulas de música, matemática ou até mesmo seu próprio idioma nativo.

Em alguns lugares, dar aulas particulares é uma forma comum de complementar a renda. Dependendo do país, pode ser necessário se registrar como trabalhador autônomo, então vale checar as regras antes de começar.

7. Trabalhos sazonais durante as férias

Em muitos destinos, estudantes podem trabalhar mais horas durante as férias acadêmicas. Esse período é ideal para buscar trabalhos temporários em eventos, turismo, hotelaria ou comércio, especialmente em cidades que recebem muitos visitantes.

Esses empregos de curto prazo podem gerar uma boa reserva financeira para ajudar nos meses seguintes de estudo.

8. Programas de trabalho no campus durante o verão

Algumas universidades oferecem programas específicos de trabalho para estudantes durante o verão ou entre semestres. Podem ser funções administrativas, apoio a novos alunos ou participação em projetos institucionais.

Essas oportunidades costumam ser divulgadas internamente e são uma ótima forma de continuar ganhando dinheiro mesmo fora do período regular de aulas.

9. Produção de conteúdo digital

Estudantes que gostam de redes sociais, fotografia, vídeo ou escrita podem transformar a experiência de intercâmbio em conteúdo digital. Blogs, canais de vídeo e perfis informativos podem gerar renda por meio de parcerias, anúncios ou serviços oferecidos online.

Embora esse tipo de renda possa demorar a crescer, ele permite flexibilidade e pode continuar mesmo depois do intercâmbio.

10. Competições e prêmios acadêmicos

Universidades e organizações internacionais frequentemente promovem concursos de inovação, empreendedorismo, pesquisa e projetos sociais. Muitos deles oferecem prêmios em dinheiro ou bolsas adicionais.

Participar dessas iniciativas não só pode render uma ajuda financeira como também fortalece muito o currículo acadêmico e profissional.

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Foto de capa por Igal Ness na Unsplash

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