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Durante muito tempo, aprender inglês foi tratado como o objetivo final de quem queria estudar ou trabalhar fora. E, de fato, ele continua sendo o idioma mais importante do cenário internacional. Mas 2026 marca uma virada clara: o inglês virou o mínimo esperado, não mais o diferencial.

À medida que universidades, bolsas e empresas globais se tornam mais acessíveis a estudantes do mundo todo, falar apenas inglês começa a te colocar no mesmo patamar de milhões de outros candidatos. Já dominar um segundo ou terceiro idioma abre portas que simplesmente não aparecem para quem fica só no básico.

Neste artigo, vamos entender por que aprender outros idiomas além do inglês é uma das estratégias mais inteligentes para quem sonha com intercâmbio — e como escolher qual deles faz mais sentido para o seu perfil e para seus objetivos.

Você vai aprender:

Por que aprender outro idioma além do inglês muda seu jogo

Quando você fala apenas inglês, você compete por vagas que são abertas para o mundo inteiro. Quando você fala outro idioma, você passa a disputar oportunidades que são acessíveis a um grupo muito menor de pessoas.

Isso acontece porque muitos países oferecem universidades públicas, bolsas e programas de intercâmbio que funcionam principalmente em seus idiomas locais. Em vários deles, estudar em inglês é possível — mas estudar no idioma do país abre caminhos muito mais baratos, mais numerosos e, muitas vezes, menos concorridos.

Além disso, universidades e agências de bolsa valorizam candidatos que demonstram interesse real pela cultura do país. Aprender a língua local é uma das formas mais fortes de mostrar isso.

1. Espanhol: o idioma mais subestimado do intercâmbio

O espanhol costuma ser visto como algo “fácil demais” para ser levado a sério. Isso é um erro.

Países como Espanha, México, Argentina, Colômbia e vários outros da América Latina oferecem bolsas, universidades públicas, programas de intercâmbio cultural e graduações completas em espanhol. Muitas dessas oportunidades não exigem exames caros como TOEFL ou IELTS e têm custos de vida bem mais baixos do que destinos anglófonos.

Para brasileiros, o espanhol tem ainda uma vantagem estratégica: a proximidade linguística permite atingir níveis altos muito mais rápido do que em idiomas mais distantes.

2. Francês: a chave para Europa, Canadá e África

Aprender francês não te conecta apenas à França. Ele abre portas para Bélgica, Suíça, Canadá (especialmente Quebec) e dezenas de países africanos que têm universidades francófonas e programas de cooperação internacional.

Muitas bolsas europeias são oferecidas prioritariamente em francês, assim como mestrados e graduações em universidades públicas com custos extremamente baixos. Em alguns casos, estudar em francês sai mais barato do que estudar em inglês no mesmo país.

Além disso, o francês é um dos idiomas oficiais de grandes organizações internacionais, como ONU e União Europeia, o que aumenta muito as oportunidades acadêmicas e profissionais.

3. Alemão: educação de alto nível quase de graça

A Alemanha é um dos destinos mais atrativos do mundo para estudantes internacionais, principalmente por oferecer universidades públicas com taxas quase zero. Embora existam programas em inglês, a maior parte das graduações e muitos mestrados são em alemão.

Quem domina o idioma tem acesso a uma quantidade muito maior de cursos, cidades e possibilidades de bolsas. Além disso, o mercado de trabalho alemão valoriza muito quem estuda no idioma local, o que aumenta suas chances de ficar no país após o intercâmbio.

4. Italiano, japonês, coreano e outros idiomas estratégicos

Idiomas como italiano, japonês e coreano também vêm ganhando força no mundo dos intercâmbios.

A Itália oferece universidades públicas com taxas muito baixas e bolsas baseadas em renda, mas a maioria dos cursos é em italiano. Já Japão e Coreia do Sul investem pesado em atrair estudantes estrangeiros, oferecendo bolsas, cursos de idioma e programas de graduação que exigem, no mínimo, conhecimentos básicos do idioma local.

Esses idiomas são menos concorridos, o que faz com que quem se dedica a eles saia na frente.

Como escolher qual idioma aprender em 2026

A escolha do idioma não deve ser feita só por gosto. Ela precisa estar conectada ao seu plano de intercâmbio, às áreas que você quer estudar, aos países que te atraem e ao tipo de oportunidade que você busca.

Perguntas simples ajudam a clarear isso: em quais países eu gostaria de estudar? Onde existem universidades acessíveis? Onde há mais bolsas para o meu perfil? Qual idioma esses lugares usam de verdade?

Quando você responde isso, o idioma certo quase sempre aparece.

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Foto de capa por Eric Prouzet na Unsplash