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Quando falamos em bolsas internacionais, é comum pensar que o inglês é o único idioma relevante. Embora ele seja essencial em grande parte das oportunidades, a realidade é que outros idiomas podem aumentar — e muito — suas chances de aprovação, dependendo do país, do tipo de bolsa e da área de estudo.

Muitos programas de bolsas buscam diversidade linguística, integração cultural e estudantes dispostos a se inserir de verdade no contexto local. Por isso, candidatos que dominam ou demonstram esforço para aprender o idioma do país de destino costumam sair na frente.

Neste artigo, vamos analisar quais idiomas mais impactam candidaturas internacionais, por que eles são tão valorizados e como você pode usar isso estrategicamente no seu plano de intercâmbio.

Você vai aprender:

Por que o idioma é um critério tão importante nas bolsas

Para quem concede bolsas, o idioma não é apenas uma ferramenta de comunicação. Ele está diretamente ligado à capacidade de adaptação, ao aproveitamento acadêmico e à integração cultural do estudante.

Um bolsista que entende o idioma local tende a:

Por isso, muitos editais deixam claro que o idioma é um critério eliminatório ou altamente classificatório, mesmo quando as aulas são ministradas em inglês.

1. Inglês: o idioma base das bolsas internacionais

O inglês continua sendo o idioma mais exigido em bolsas internacionais, especialmente em programas globais, universidades de ponta e cursos ministrados em língua inglesa.

Ele é predominante em bolsas para:

Por que o inglês ainda é o idioma mais importante para quem quer estudar fora

Mesmo em países onde o idioma oficial não é o inglês, muitos programas exigem pelo menos um nível intermediário ou avançado para garantir que o aluno consiga acompanhar aulas, leituras acadêmicas e atividades de pesquisa.

2. Espanhol: um grande diferencial para bolsas governamentais

O espanhol é um dos idiomas que mais ampliam o leque de oportunidades para brasileiros, especialmente na América Latina e na Espanha.

Bolsas oferecidas por governos e universidades espanholas e latino-americanas costumam valorizar candidatos que já chegam com domínio do idioma ou disposição clara para estudá-lo.

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Além disso, o espanhol costuma ter:

3. Francês: porta de entrada para bolsas muito disputadas

O francês é um idioma estratégico para quem mira bolsas em países como França, Bélgica, Canadá francófono e partes da África e da Europa.

Muitos programas exigem francês mesmo quando o curso tem componentes em inglês, pois o idioma é essencial para a vida acadêmica e cotidiana.

Além disso, a França é um dos países que mais investem em bolsas governamentais e parcerias internacionais, o que torna o francês um idioma altamente valorizado em candidaturas.

4. Alemão: vantagem em bolsas técnicas e acadêmicas

Embora a Alemanha ofereça muitos cursos em inglês, o alemão continua sendo um grande diferencial, especialmente para bolsas de graduação, doutorado e pesquisa.

Candidatos que demonstram conhecimento do idioma:

Mesmo um nível básico ou intermediário já pode contar pontos importantes no processo seletivo.

5. Italiano e português europeu: nichos menos explorados

Idiomas como italiano e português europeu costumam abrir portas para oportunidades menos concorridas, especialmente em universidades públicas e bolsas regionais.

Na Itália, por exemplo, muitas bolsas valorizam estudantes dispostos a aprender o idioma local, mesmo que o curso seja parcialmente em inglês.

Em Portugal, embora o idioma seja próximo do português brasileiro, demonstrar conhecimento do português europeu e da cultura acadêmica local também pode ser um diferencial.

6. Idiomas asiáticos: oportunidades específicas e estratégicas

Idiomas como japonês, coreano e mandarim não são exigidos em todas as bolsas, mas podem ser decisivos em programas específicos financiados por governos asiáticos.

Essas bolsas costumam oferecer:

Candidatos que já têm algum contato com o idioma saem na frente, mesmo que não sejam fluentes no momento da inscrição.

Quando o inglês é suficiente — e quando não é

O inglês costuma ser suficiente quando:

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Por outro lado, o inglês pode não ser suficiente quando:

Como escolher o idioma certo para o seu plano de intercâmbio

A melhor escolha de idioma depende de três fatores principais:

Em muitos casos, aprender um idioma além do inglês é o que transforma uma candidatura comum em uma candidatura estratégica.

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