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Uma das maiores frustrações de quem quer estudar fora é descobrir que perdeu o prazo de aplicação e vai precisar esperar quase um ano inteiro para tentar de novo.
Mas o que muita gente não sabe é que nem todos os países seguem o mesmo calendário acadêmico do Brasil ou da Europa.
Em vários destinos, o ano letivo começa justamente no meio do ano, o que abre uma excelente oportunidade para quem quer agilizar os planos de intercâmbio, graduação ou pós-graduação. Entender esses calendários pode significar ganhar tempo, aproveitar bolsas ainda abertas e antecipar sua experiência internacional.
Neste artigo, vamos te mostrar cinco países onde o ano letivo começa no meio do ano e explicar por que isso pode ser uma grande vantagem para estudantes brasileiros.
O que você vai aprender:
- Por que os calendários acadêmicos variam entre países
- Como o início do ano letivo impacta seu planejamento internacional
- Quais países começam as aulas no meio do ano
- Que tipos de programas costumam seguir esse calendário
- Como usar essa informação para não perder oportunidades
Por que o ano letivo não começa igual no mundo todo?
O calendário acadêmico de cada país costuma acompanhar fatores como:
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Clima e estações do ano
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Organização do mercado de trabalho
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Tradições educacionais
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Datas de exames nacionais
Por isso, enquanto muitos países europeus iniciam as aulas entre setembro e outubro, outros optam por começar o ano acadêmico entre julho e agosto, criando janelas estratégicas para estudantes internacionais.
1. Austrália
A Austrália é um dos exemplos mais conhecidos de país onde o ano letivo começa no meio do ano.
A maioria das universidades australianas inicia o primeiro semestre entre fevereiro e março, mas também oferece um segundo intake entre julho e agosto, que funciona como uma nova entrada oficial para muitos cursos.
Esse segundo intake é muito procurado por estudantes internacionais, especialmente para:
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Graduação
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Mestrado
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Cursos técnicos e profissionalizantes
Além disso, a Austrália costuma ter bolsas e vagas específicas para essa entrada, o que amplia as chances de quem perdeu os prazos do início do ano.
2. Nova Zelândia
Assim como a Austrália, a Nova Zelândia também trabalha com mais de uma entrada acadêmica.
O ano letivo geralmente começa entre fevereiro e março, mas muitas instituições oferecem um segundo início em julho, especialmente em universidades e institutos politécnicos.
Esse calendário favorece estudantes internacionais que:
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Estão finalizando o ensino médio ou graduação no meio do ano
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Precisam de mais tempo para organizar documentos e idioma
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Buscam cursos com aplicação mais flexível
3. África do Sul
A África do Sul é um destino que ainda é pouco explorado por brasileiros, mas oferece universidades de alto nível e calendários bem interessantes.
O ano acadêmico costuma começar entre julho e agosto, dependendo da instituição e do curso. Isso torna o país uma ótima opção para quem quer começar a estudar fora sem esperar até o ano seguinte.
Além disso, muitas universidades sul-africanas:
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Oferecem cursos em inglês
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Têm custos mais acessíveis
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Possuem programas acadêmicos reconhecidos internacionalmente
4. Japão
No Japão, o calendário acadêmico é bem diferente do padrão ocidental.
O ano letivo começa oficialmente em abril, mas muitas universidades oferecem entradas secundárias em setembro ou outubro, o que se enquadra como início no meio do ano para estudantes internacionais.
Essas entradas são comuns em:
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Programas de graduação internacional
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Cursos ministrados em inglês
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Mestrados e programas de pesquisa
Para quem se planeja com antecedência, o Japão pode ser uma excelente opção para começar os estudos fora ainda no mesmo ano.
5. Coreia do Sul
A Coreia do Sul também adota um calendário acadêmico diferente do brasileiro.
O ano letivo geralmente começa em março, mas há um segundo semestre que se inicia em setembro, muito utilizado por estudantes internacionais.
Esse modelo é bastante vantajoso para:
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Intercâmbios acadêmicos
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Graduação e pós-graduação
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Programas com bolsas governamentais
Além disso, o país tem investido cada vez mais na internacionalização das universidades, ampliando oportunidades para estrangeiros.
Como usar isso a seu favor no planejamento de intercâmbio
Saber quais países começam o ano letivo no meio do ano permite que você:
-
Evite ficar parado esperando novos ciclos
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Aproveite prazos de bolsas ainda abertos
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Organize melhor o estudo do idioma
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Tenha mais flexibilidade no planejamento
Muitas vezes, mudar o destino — e não o sonho — é o que torna o intercâmbio possível.
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