Na aula desta semana, você descobriu um dos maiores mitos sobre intercâmbio: a ideia de que estudar fora é algo restrito a pessoas ricas. 

Essa percepção existe porque os caminhos mais divulgados costumam ser os mais caros. Só que eles não representam nem de longe a totalidade das oportunidades internacionais que existem.

Confira os principais pontos a seguir:

Erro de percepção: só existem caminhos caros

Quando a pessoa só conhece intercâmbio por meio de programas pagos e amplamente divulgados, é natural achar que estudar fora custa uma fortuna. O problema é que esses caminhos são apenas os mais conhecidos — não os únicos.

Existem alternativas que custam o mesmo ou até menos do que estudar no Brasil, mas oferecem acesso a infraestrutura, ensino e oportunidades muito superiores.

O que realmente define quem consegue estudar fora

Mais do que dinheiro, conquistas internacionais dependem de dois fatores principais: preparação correta e antecedência. 

A preparação precisa levar em conta a história, o momento de vida e os objetivos de cada pessoa. 

Já a antecedência é fundamental porque as seleções internacionais acontecem, na maioria das vezes, muitos meses antes do início do programa. E um perfil forte não se constrói de última hora.

Os 4 tipos de programas internacionais

De forma geral, as oportunidades no exterior se dividem em quatro categorias principais:

  1. Programas estudantis, voltados para graduação, mestrado, doutorado etc.; 
  2. Programas de idiomas, que podem ou não estar ligados a universidades;
  3. Programas extracurriculares, como intercâmbios de curta duração, projetos e iniciativas acadêmicas;
  4. Programas profissionais, que conectam estudo, pesquisa e atuação no mercado.

A seguir, listamos alguns exemplos de caminhos dentro dessas categorias para você conhecer:

1. Cursos pagos que não custam uma fortuna

Nem todo curso internacional pago é caro. Existem instituições fora do Brasil cujos custos são equivalentes — ou até menores — do que muitas faculdades brasileiras, especialmente quando consideramos a qualidade da educação, da infraestrutura e do networking oferecido. 

2. Cursos gratuitos

Outro ponto pouco conhecido é que diversas instituições ao redor do mundo oferecem cursos gratuitos para estrangeiros, principalmente na área de idiomas. 

Enquanto muitas pessoas pagam caro por programas de poucas semanas, existem alternativas mantidas por universidades, governos e organizações internacionais que não cobram mensalidade.

3. Bolsas parciais e integrais

As bolsas podem assumir diferentes formatos: 

Cada tipo exige um nível diferente de preparação, mas todas são possíveis para brasileiros.

4. Programas com bolsa + salário

Também existem programas que combinam apoio financeiro com remuneração, como os Fellowships, por exemplo. Nesse modelo, a pessoa estuda, pesquisa ou atua em projetos específicos e recebe uma bolsa ou salário por isso.

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Foto de capa por Allef Vinicius na Unsplash