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TOEFL 2026: mudanças que você precisa conhecer

Se você pretende estudar fora, provavelmente já ouviu falar do TOEFL — um dos testes de proficiência em inglês mais aceitos por universidades no mundo inteiro.

Mas o que muita gente não sabe é que o exame vem passando por mudanças importantes nos últimos anos, e entender essas atualizações pode impactar diretamente sua preparação, sua estratégia de aplicação e até suas chances de aprovação.

Para 2026, algumas transformações no TOEFL continuam refletindo uma tendência clara: tornar o exame mais rápido, mais acessível e mais alinhado com a comunicação real em inglês acadêmico.

Neste artigo, nós vamos analisar em profundidade o que mudou, o que continua igual, o que você precisa considerar para se preparar em 2026 e quais estratégias podem aumentar suas chances de atingir a pontuação necessária.

O que você vai aprender:

  • Principais mudanças recentes do TOEFL que continuam em 2026
  • Novo formato e duração do exame
  • Atualizações na estrutura das seções
  • Como essas mudanças afetam a preparação
  • Estratégias para estudantes brasileiros em 2026
  • Se o TOEFL ainda vale a pena ou não

O TOEFL ficou mais curto — e isso muda sua preparação

Uma das mudanças mais significativas implementadas recentemente foi a redução do tempo total de prova. O exame passou de aproximadamente três horas para cerca de uma hora e meia a duas horas.

Essa redução não significa que a prova ficou mais fácil. Na prática, ela ficou mais objetiva.

Menos questões redundantes foram removidas, e o foco passou a ser avaliar habilidades reais de compreensão e comunicação. Para o candidato, isso significa que o nível de concentração exigido continua alto, mas o desgaste mental é menor.

Para quem vai fazer o TOEFL em 2026, a preparação precisa priorizar qualidade de desempenho e não apenas resistência ao tempo de prova.

Estrutura atual do TOEFL em 2026

O formato consolidado que permanece em 2026 inclui quatro habilidades principais:

  • Reading (leitura)

  • Listening (compreensão auditiva)

  • Speaking (fala)

  • Writing (escrita)

A diferença está na elaboração das tarefas e no tempo total reduzido em comparação com versões antigas.

O exame continua sendo focado em inglês acadêmico, ou seja, situações que simulam o ambiente universitário: aulas, discussões, textos acadêmicos e apresentações, mas com alguns updates na formulação dos textos.

A seguir, confira algumas mudanças importantes:

1. Seção de Reading: agora adaptativa ao seu nível

Uma das mudanças mais relevantes do TOEFL é a introdução de um formato adaptativo na seção de Reading. Isso significa que a prova passa a se ajustar ao desempenho do candidato em tempo real. Na prática, o teste é dividido em dois blocos: o nível de dificuldade do segundo bloco depende de como você se saiu no primeiro.

Se o desempenho inicial for forte, o sistema apresenta questões mais complexas na sequência. Se houver mais dificuldade no primeiro bloco, o segundo tende a vir com nível ajustado. Esse modelo é conhecido como multistage adaptive testing e tem como objetivo medir com mais precisão a proficiência real do candidato em menos tempo.

Para quem vai fazer a prova, a principal implicação é estratégica: o início da seção ganha ainda mais peso psicológico. Um bom começo pode posicionar o candidato em uma faixa de pontuação mais alta, enquanto erros no primeiro bloco podem limitar o teto de avaliação posterior. Isso não significa que a prova ficou mais difícil, mas que a consistência desde o início se tornou mais importante.

2. Seção de Listening: adaptação baseada no desempenho

A seção de Listening também passou a funcionar com lógica adaptativa semelhante à do Reading. Assim como na leitura, o desempenho no primeiro conjunto de questões influencia o nível de dificuldade do segundo.

Essa mudança busca avaliar a compreensão auditiva de forma mais eficiente e alinhada ao nível real do candidato. Em vez de todos receberem exatamente o mesmo grau de dificuldade, o teste agora se ajusta dinamicamente, permitindo uma medição mais personalizada da habilidade de entender o inglês em contextos acadêmicos.

Para estudantes internacionais, isso reforça a importância de preparação consistente em escuta ativa, especialmente com materiais acadêmicos, palestras e diálogos universitários, já que o início da seção passa a ter impacto direto no restante da avaliação.

3. Conteúdos mais modernos e próximos da realidade

Outra atualização importante está no tipo de conteúdo apresentado ao longo da prova. O TOEFL passou a incorporar situações mais próximas da vida acadêmica contemporânea.

Essa mudança não altera apenas o formato — ela muda a lógica de preparação. O exame passa a avaliar não apenas o inglês formal tradicional, mas também a capacidade de compreender e se comunicar em contextos reais que estudantes enfrentam no dia a dia acadêmico internacional.

Isso torna a prova mais alinhada às habilidades práticas exigidas por universidades estrangeiras, reforçando a ideia de que o TOEFL mede prontidão acadêmica, não apenas conhecimento teórico de idioma.

4. Nova escala de pontuação alinhada ao CEFR

Uma das alterações mais significativas é a introdução de uma escala adicional de pontuação de 1 a 6, com incrementos de 0,5, paralela ao sistema tradicional.

Essa nova métrica facilita o alinhamento com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR), padrão internacional utilizado para classificar níveis de proficiência.

Na prática, isso torna a interpretação dos resultados mais simples para universidades e candidatos, especialmente em contextos internacionais onde o CEFR já é amplamente conhecido.

A mudança também ajuda estudantes a entenderem melhor em qual faixa de proficiência se encontram em termos globais.

O sistema tradicional de pontuação continua existindo, mas essa nova escala funciona como uma referência complementar que aproxima o TOEFL de outros exames internacionais de idioma.

5. Resultados mais rápidos: até 72 horas

O prazo para divulgação dos resultados oficiais também foi reduzido. Agora, as pontuações ficam disponíveis em até 72 horas após a realização do teste.

Essa mudança tem impacto direto no planejamento de candidaturas internacionais, especialmente para estudantes que estão próximos de prazos de aplicação. Ter acesso ao resultado em apenas três dias permite decisões mais rápidas, seja para enviar notas às universidades ou para reagendar uma nova tentativa, se necessário.

A redução do tempo de espera reflete um esforço de modernização do exame por parte da organização responsável pelo teste, a ETS (Educational Testing Service).

O TOEFL ainda vale a pena em 2026?

Sim — e em muitos casos continua sendo uma excelente escolha.

O teste é amplamente aceito por universidades nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Ásia e Oceania. Além disso, o foco acadêmico do exame pode ser uma vantagem para quem pretende estudar em universidades estrangeiras, já que o formato se aproxima da realidade acadêmica.

O exame é administrado pela ETS (Educational Testing Service), uma das instituições mais reconhecidas do mundo na área de avaliação educacional, o que contribui para sua credibilidade internacional.

No entanto, a escolha entre TOEFL e outros testes deve considerar fatores como objetivo, país de destino, prazo e perfil do estudante.

Erros comuns que podem prejudicar sua pontuação

Um dos erros mais frequentes é subestimar o exame. Por ter duração menor hoje, algumas pessoas acreditam que ele ficou mais fácil, o que não é verdade.

Outro erro comum é focar apenas em gramática. O TOEFL avalia comunicação, interpretação e organização de ideias — não apenas regras gramaticais.

Também é comum negligenciar o treino de fala, que exige prática ativa e não apenas estudo passivo.

Como decidir quando fazer o TOEFL

O momento ideal depende de dois fatores principais: prazo de aplicação e nível atual de inglês.

Em geral, é recomendável fazer o exame quando você já atinge, nos simulados, uma pontuação próxima da exigida pelas universidades desejadas. Isso reduz custos com novas tentativas e aumenta a confiança.

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Foto de capa por Nguyen Dang Hoang Nhu na Unsplash

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Equipe Universidade do Intercâmbio
AUTOR
24 Fev 2026

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