Quem nunca assistiu um filme americano e ficou encantado com as residências universitárias que sempre aparecem nas comédias românticas? Pois é. Provavelmente você já viu isso pelo menos uma vez na sua vida. Mas como será que realmente funcionam as fraternidades americanas? O estereótipo mais comum é o de que essas casas de estudantes vivem em festa o tempo inteiro. Mas não é só isso. As fraternidades têm um papel importante na vida acadêmica dos estudantes e promovem uma sentimento de união e irmandade muito específico.

Como todas as coisas da vida, fazer parte de uma fraternidade tem seus prós e contras. No texto de hoje vamos falar sobre as vantagens:

Networking

Ter apoio de um bom networking é uma parte fundamental dentro da experiência universitária (e também fora dela). E fazer parte de uma fraternidade é uma boa forma de se integrar socialmente nesse ambiente acadêmico.

Os estudantes que passam seus anos de faculdade dentro de uma fraternidade acabam sendo ajudados por uma rede de apoio que pode ser de grande valia na hora de procurar por estágios, empregos e recomendações. E isso a curto e longo prazo.

Identidade social e habilidades

Muitos executivos de grandes empresas e até ex-presidentes americanos passaram por fraternidades em seus anos de universitários. E isso não é mera coincidência. Afinal, passar anos em uma fraternidade é uma boa maneira de desenvolver habilidades de liderança e adquirir um senso de identidade social.

Passar por uma fraternidade envolve respeito às tradições, participação em atividades colaborativas e envolvimento em uma estrutura organizacional bem sólida. Isso pode ser um diferencial lá na frente, porque essas são habilidades altamente requisitadas no mercado de trabalho.

Filantropia

Poucos sabem disso, mas muitas fraternidades americanas sempre estão envolvidas em trabalhos filantrópicos. Isso porque existe uma cultura muito forte de envolvimento em atividades de cunho social. Nesse sentido, a maioria dessas casas fornecem o aparato necessário para os estudantes que desejam se envolver em algum tipo de serviço comunitário.

Diversão

Por último mas não menos importante. Sabe as festas que eu mencionei lá no início do texto? Então… elas realmente acontecem. Se juntar a fraternidade certa para o seu perfil é uma boa maneira de participar da vida social universitária. O estudante que mora em uma lugar como esse tem mais fácil acesso aos eventos e festas que sempre acontecem. E acabam se integrando mais com todos por já serem “moradores”.

Deu pra pegar um pouquinho do espirito das fraternidades americanas? No próximo post vou falar sobre as desvantagens de viver em um lugar como esse. Fica ligado!

Matheus Tomoto

Matheus Tomoto

Estudou em escola pública, aprendeu inglês sozinho em 3 meses, foi aceito nas 10 melhores faculdades dos Estados Unidos, trabalhou no MIT (melhor faculdade de tecnologia do mundo), representa o Brasil na Delegação Brasileira de Jovens da ONU, recebeu proposta da NASA e atualmente trabalha como pesquisador em HARVARD. É escritor, palestrante e mentor de pessoas que desejam buscar uma oportunidade no exterior.

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