Acredite ou não, é realmente possível estudar no exterior sem extrapolar o seu orçamento. E alguns dos melhores países para isso são os que contam com um sistema educacional baseado em mensalidades baratas ou mesmo inexistentes. Confira agora 5 países acessíveis para estudar no exterior:

Taiwan

Lá do outro lado do mundo, Taiwan é um dos países mais baratos para estudar na Ásia. Por exemplo, na Universidade Nacional de Taiwan, que é a principal do país, as mensalidades para alunos de graduação começam em cerca de 13 mil reais por ano para programas de Artes Liberais.

O país oferece mais de 120 cursos ministrados em inglês, em mais de 40 universidades e é um destino popular para aprender mandarim. E não dá pra deixar de falar da boa qualidade de vida oferecida a custos relativamente baixos. Um alojamento no país custa em média 11 mil reais por ano ou 916 por mês. Isso é menos do que é cobrado, por exemplo, em vários bairros de São Paulo.

Alemanha

A Alemanha continua a crescer em popularidade entre os estudantes internacionais. E não é difícil perceber o porquê.  O país conta com universidades conceituadas, custos relativamente baixos e uma elevada qualidade de vida.

Com exceção do estado de Baden-Württemberg, as universidades públicas não cobram taxas de ensino em nível de graduação e Doutorado. Já os estudantes de Mestrado que não fizeram a graduação no país pagam mais de 20 mil Euros por ano, mas é possível encontrar bolsas de estudo.

Com as demais despesas espere gastar em torno de 10 mil Euros por ano. Mas é possível diminui esse valor. Depende muito do seu estilo de vida, hábitos de consumo e da localização da moradia.  Como estamos falando de Euros, uma moeda cara, pode não parecer um país tão barato como os outros da lista. Mas comparando com outros países europeus, a Alemanha se destaca no quesito economia.

Também é grande a oferta de cursos ministrados em inglês, especialmente na pós-graduação.

Índia

Voltando à Ásia, a Índia é, com certeza, um dos países acessíveis para estudar. E é uma ótima opção para quem quer combinar acessibilidade econômica com diversidade cultural.

Enquanto o hindi é o mais proeminente das mais de 100 línguas faladas, o inglês é frequentemente usado como idioma de instrução nas universidades, especialmente nos cursos de pós-graduação.

O custo de vida é incrivelmente acessível. Uma viagem só de ida usando transporte público pode custar, por exemplo, pouco mais de 1 real. É possível viver confortavelmente no país com menos de 20 mil reais por ano.  E esse valor pode descer ainda mais se você não tiver problema em viver uma vida com menos “luxos”.

Argentina

Segunda maior nação da América do Sul, a Argentina possui uma beleza natural impressionante. A geografia diversificada torna o país um destino perfeito para estudantes interessados ​​em aventura e natureza.

Além de ser considerado um dos países mais seguros da região é também um dos mais acessíveis para estudar. É possível entrar de graça nas universidades públicas, inclusive nos cursos de Medicina. Já nas privadas considere gastar em torno de 20 mil reais. Esse é o mesmo valor médio anual a se gastar com as outras despesas básicas em Buenos Aires. Nas outras cidades esses número cai consideravelmente.

Polônia

A Polônia oferece uma alta qualidade de educação, juntamente com muita história e cultura. Você pode estudar gratuitamente se puder falar polonês e se fizer os mesmos exames de admissão que os poloneses. No entanto, existem também muitos programas  em inglês disponíveis que custam a partir de 8 mil reais por ano.  O custo de vida também é muito menor comparados aos países do oeste europeu.

Logicamente o conceito de “países acessíveis para estudar” pode variar muito de uma pessoa para outra. Porém, dentro de uma perspectiva internacional, essas nações citadas se destacam. Mas de qualquer forma se preparar com antecedência é a melhor maneira de conseguir entrar em qualquer uma delas, inclusive com bolsas. Então procure o apoio de uma mentoria especializada.

Matheus Tomoto

Matheus Tomoto

Estudou em escola pública, aprendeu inglês sozinho em 3 meses, foi aceito nas 10 melhores faculdades dos Estados Unidos, trabalhou no MIT (melhor faculdade de tecnologia do mundo), representa o Brasil na Delegação Brasileira de Jovens da ONU, recebeu proposta da NASA e atualmente trabalha como pesquisador em HARVARD. É escritor, palestrante e mentor de pessoas que desejam buscar uma oportunidade no exterior.

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