Você já pensou em estudar na China? Muita gente tem se interessado por intercâmbios nesse e em outros países da Ásia, fugindo um pouco do eixo América do Norte-Europa. Mas o choque cultural nos países dessa região pode ser grande. E isso também vale, claro, para o maior e mais rico país asiático.

Pequim, a capital do país, é uma das maiores cidades do mundo e é cheia de curiosidades para quem não está acostumado com o estilo de vida local. Se estudar na China e, mais precisamente, em Pequim, é uma coisa que já passou pela sua cabeça (e também se não), fique ligado(a) com a gente no texto de hoje. Listamos algumas informações que você precisa saber antes de embarcar pra lá!

Estudar na China: 6 fatos sobre Pequim

Pequim é um caldeirão de diferentes cozinhas do mundo

Em Pequim, há restaurantes com pratos que representam os sabores tanto das regiões da China, como dos quatro cantos do mundo. Se você quiser algo mais picante, pode ir a um restaurante em Sichuan. Para comer frutos do mar, tem toda a área de Guangzhou. Além dos pratos tradicionais, por lá você encontra também pratos da culinária francesa, italiana, indiana e até mexicana.

Você encontra tanto medicina moderna como tradicional

Embora você encontre clínicas de medicina tradicional chinesa por toda a cidade, caso você precise também pode ser recebido(a) em um hospital de medicina “moderna”, como os ocidentais. Os hospitais e clínicas em Pequim variam em tamanho e qualidade, mas muitos têm uma ala internacional, com médicos que falam inglês.

Religião é um tópico controverso

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A Cidade Proibida: um dos lugares mais icônicos de Pequim.

Embora o governo chinês seja oficialmente ateu desde que chegou ao poder em 1949, a prática religiosa é permitida desde os anos 80. O budismo é amplamente praticado na China, e Pequim tem um bom número de templos que organizam programas, atividades e rituais. 

Existem algumas igrejas e mesquitas para pessoas que praticam o cristianismo, o judaísmo e o islamismo. Apesar disso, é importante ter cautela. Embora possa ser praticada, a religião não pode ser promovida no país.

Menos cartão, mais dinheiro vivo

O sistema bancário em Pequim e no resto da China ainda fica um pouco atrás do ocidental. O dinheiro é o método de pagamento preferido por lá e, em muitos lugares, ainda não dá pra usar um cartão de débito ou crédito. 

Você pode sacar dinheiro de qualquer caixa eletrônico, mas é bom dar uma olhada na sua grana antes de ir embora, já que a falsificação é bem comum por lá. 

Diferenças culturais

Em qualquer intercâmbio você vai experimentar um choque cultural, em maior ou menor grau. Mas nos países orientais, sem dúvidas, esse choque é bem maior. O fato é que as pessoas por lá vivem suas vidas de acordo com uma lógica cultural diferente. 

Dessa forma, a chave para entender outra cultura é vê-la sem a influência dos conceitos ocidentais. Pode ser um pouco estranho no começo, mas quanto mais você ficar em Pequim, mais natural vai ser a adaptação de acordo com a lógica cultural oriental.

A China moderna não se parece com seu passado imperial

Tão moderna quanto qualquer outra cidade do Ocidente, não é?

Tão moderna quanto qualquer outra cidade do Ocidente, não é?

A verdade é que a China está se modernizando de forma muito rápida. E isso faz com que agora seja um momento emocionante para estar lá. Você raramente vai ver dragões dançando nas ruas. Mas, ainda assim, exemplos vívidos do passado do país podem ser encontrados. Ou seja, na China, história e modernidade existem lado a lado e isso é muito interessante de se ver!

Intercâmbio com a UDI

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Lucas Almeida

Lucas Almeida

Mineiro, jornalista e mestrando em Comunicação. Entusiasta de idiomas, viagens e cibercultura. Tem o sonho de mudar o mundo, uma pauta de cada vez.