A cultura universitária dos Estados Unidos tem alguns elementos muito específicos: irmandades e fraternidades, esportes e, claro, os mascotes. Lá, na maioria das partidas esportivas e dos eventos estudantis, você vai ver alguém vestido com uma fantasia, dançando e animando a multidão. Para já te aproximar dessa cultura, apresentamos aqui os 8 principais mascotes das universidades dos EUA – que vão desde personagens simbólicos até alguns estranhos e irônicos.

Conheça os mascotes das universidades dos EUA:

1. MIT: Tim, o Castor

O MIT adotou o castor como seu mascote pela primeira vez em 1914, aparentemente por causa das excelentes habilidades de engenharia e tecnologia do animal, e pelo fato de ser um verdadeiro nativo da América do Norte. Além disso, o nome do mascote se refere ao próprio nome da instituição: “Tim” é “MIT” ao contrário. O castor é um queridinho entre os mascotes das universidades dos EUA: o California Institute of Technology também usa o animal para animar seus eventos.

(Reprodução/MIT)

2. Yale: Handsome Dan

Não contente com uma pessoa comum fantasiada, Yale mantém, desde 1889, um bulldog real como mascote das suas equipes de atletismo (obviamente não o mesmo até hoje). O atual “Handsome Dan”, número 18 da “disnatia”, assumiu o cargo em 2016 e deve ser aposentado ainda em 2021, na primavera do hemisfério norte.

(Reprodução/Yale Athletics)

3. Universidade de Chicago: Phil, a Fênix

Por que se contentar com um animal real como mascote quando você pode ter uma criatura mítica? A escolha da fênix pela universidade, conhecida por sua capacidade de "renascer das cinzas", é uma das mais significativas entre os mascotes das universidades dos EUA: foi inspirada pelo Grande Incêndio de Chicago de 1871 e a reconstrução da cidade, logo após.

(Reprodução/Chicago Shady Dealer)

4. Princeton: o Tigre

O mascote de Princeton nem sempre foi um tigre. Na realidade, inicialmente era um leão! Tudo mudou em 1911, quando as estátuas de leão que haviam sido um presente de Woodrow Wilson (28º presidente dos Estados Unidos) foram substituídas por um par de tigres.

(Reprodução/Princeton Athletics)

5. Columbia: Roar-ee, o Leão

Se em Princeton os leões foram deixados de lado, na Universidade Columbia eles ainda são os astros. Esse nome – criativo, no mínimo – foi escolhido em um concurso, em 2005, com mais de 200 inscritos. Ele remete à onomatopeia, em inglês, do rugido do animal. Outros nomes sugeridos foram Hamilton, Hudson, K.C. e J.J. 

(Reprodução/Columbia Athletics)

6. Universidade da Pensilvânia: o Quaker

Quebrando o padrão de animais como mascotes das universidades dos EUA, na Universidade da Pensilvânia o personagem é um Quaker –  um membro de um movimento cristão, fundado em 1650 e dedicado a princípios pacíficos. Interpretar o Quaker é um papel muito cobiçado. Os candidatos devem ter entre 5'10'' e 6' (1,77m–1,82m) de altura e manter sua identidade em segredo até a formatura.

(Ronald Martinez/Getty Images)

7. Cornell: Touchdown, o Grande Urso Vermelho

O mascote da Cornell surgiu quando uma série de filhotes de urso reais foram levados para o campus da universidade entre 1915 e 1939. As equipes esportivas da instituição já eram conhecidas como “Big Red” antes disso – o vermelho não tem nada a ver com a cor do urso, que na fantasia atual é marrom.

(Reprodução/SC Johnson College of Business)

8. Stanford: Árvore

Isso mesmo, é uma árvore dançante. Embora não seja totalmente aceita por Stanford como seu mascote oficial, a sequóia aparece regularmente em partidas esportivas e em listas dos mais estranhos/piores mascotes das universidades dos EUA, ao lado do “Keggy the Keg”, de Dartmouth (que também não é oficial).

(Reprodução/JP Predicts)

Universidade do Intercâmbio

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